terça-feira, 21 de agosto de 2012

Peças Inconexas...

Fazia tempo que não começava um "texto no caderno"...Simplesmente não havia "paciência" para escrever de verdade, parece que as ideias fluiam mais rápido com a agilidade de meus dedos no teclado do computador.E foi aí que surgiu a inspiração sobre o tema de hoje: o xadrez...
Se eu qual a lógica usada em movimentar peões, ora chamados de reis, rainhas, bispos ou até mesmo, cavalos?Não, até devo confessar a minha inaptidão para testes de raciocínio lógico, assim como o jogo já citado..Ah "Pessoa, Bandeira, Drummond: por quê me fizeram enveredar pelo pensamento subjetivo das palavras?!
Um amigo me disse que iniciou tardiamente a descoberta de como mover peças num tabuleiro- é tudo que sei sobre um dos recursos mais utilizados para apurar o sentido de "pensar o que o outro está pensando"- e dar o nome de "xeque-mate": foi aos 14 anos.Para mim não é tarde, mas como não sou a pessoa mais indicada do mundo para semelhante "audácia".Recolho-me.Pois bem, ele acrescentou ainda que começou lendo os manuais de instrução: cada um deles ia fazendo uma espécie de evolução, conforme a "experiência" do jogador...
Doce ilusão!Concluiu então que, o melhor manual é o do iniciante, o qual contém as informações básicas de sobrevivência- pelo menosno tabuleiro.E por qual razão informações tão exíguas seriam melhores que dados mais precisos, até mais elaborados?Eis a explicação: infalibilidade no momento em que se move os "peões do vida" avançam ou regridem é algo tão imprevisível quando a nossa próxima "cartada final"- que, na verdade, nunca tem fim.
Jogos com "cartas marcadas"?Não acredito muito em sua eficácia,pois no final, seja rei, rainha, bispo ou cavalo, todas as peças"voltam para a caixa", para seu local de origem, onde valem a mesma coisa...Recomeçar-se-á tudo novamente: e quem disse que seria fácil?Certamente que valeria à pena...

Abraços à todos!!!